1 maio

O Movimento Interrompido

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A mãe é a pessoa mais significativa na vida de uma pessoa. Durante nove meses ficamos numa união profunda e quando nascemos a procuramos como fonte de nosso alimento e segurança.

Entretanto, nenhuma mulher se torna especial ao se tornar mãe. Todas as mães são mulheres comuns com todas as limitações de um ser humano. Para a criança, no entanto, por um longo tempo ela se torna especial e quando corre ao seu encalço ou dela precisa e não a encontra, seja lá por qual motivo, ela pode se “congelar”, se “travar” nos movimentos posteriores diante da vida. Movimento em relação a amigos, companheiros, trabalho ou sucesso profissional.

Às vezes a mãe não estava presente quando foi procurada, porque ela ou a criança estavam hospitalizadas. Outras vezes porque a mãe precisou ausentar-se por viagem ou questões de trabalho.

Ou a mãe estava presente, mas não podia enxergar a criança porque estava enredada em seus problemas. Um luto não elaborado dos pais, de um irmão, de um aborto, do companheiro ou outra perda significativa. Pode ser também que estava impedida de ver a criança por causa de uma depressão, ou porque não fora vista pela própria mãe, avó da criança, que também não foi vista pela mãe, a bisavó. E assim, o drama se repete em várias gerações.

A Constelação Familiar Sistêmica, abordagem terapêutica fenomenológica criada pelo alemão Bert Hellinger, pode proporcionar uma saída para este impasse. Numa Constelação Familiar, seja ela realizada em grupo, com ajuda de pessoas, ou individual, com ajuda de bonecos que representam as pessoas da família, pode-se vivenciar a experiência de dar curso àquele movimento interrompido no passado e ressignificar sua história, inclusive compreender a razão para a ausência da mãe.

A mãe também é a pessoa que apresenta o pai ao filho e o filho ao pai. Este tema  abordaremos em outra oportunidade.


Autora: Vera Cyrineu é Pedagoga, com especialização em Psicopedagogia, Constelações Familiares Sistêmicas, Terapia Corporal, Transdisciplinaridade em Saúde, Educação e Liderança, Reiki.


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1 abr

O Amor que Adoece e o amor que Cura

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A Constelação Familiar Sistêmica, abordagem terapêutica breve, criada pelo alemão Bert Hellinger revela um amor e uma lealdade ocultos no seio das famílias. Este amor e esta lealdade podem gerar os mais variados tipos de sofrimento para algum membro da família   que é o porta-voz de alguém que foi excluído na família.

A pessoa está inconscientemente vinculada com o excluído, às vezes tendo o mesmo tipo de comportamento, “fulano é igualzinho ao tio sicrano”. Comportamento que tanto pode ser negativo ou positivo, como por exemplo uma compulsão para ajudar.

Uma dificuldade de relacionamento entre pais e filhos pode estar ligada à rejeição desses pais aos seus próprios pais. A pessoa que sofreu com seus pais  pretende ser diferente, melhor com seus filhos, mas acaba repetindo os mesmos comportamentos.

Um relacionamento difícil de disputa entre mãe e filha pode acontecer quando houve um relacionamento anterior do pai terminado de forma desrespeitosa e esta filha está inconscientemente representando-a.  O mesmo pode acontecer no relacionamento entre um pai e um filho.  Um relacionamento anterior da mãe que foi desprezado; o desprezo, a raiva mantém o vínculo. O respeito libera a ambos.

Num relacionamento de casal, um dos parceiros parece não estar disponível, está ausente, parece indiferente, deprimido. Sua energia pode estar ligada a um luto não elaborado na sua família de origem.

Pais que adotam crianças precisam ter um profundo respeito aos pais biológicos e não terem a pretensão de serem melhores do que eles. Caso contrário a criança ficará presa a lealdade aos seus pais biológicos e não conseguirá se abrir para receber o amor dos pais adotivos.

Durante a realização de uma Constelação este emaranhamento é revelado, a pessoa excluída é reconhecida e respeitada e o amor poderá ser expresso de forma que cura e liberta.


Autora: Vera Cyrineu é Pedagoga, com especialização em Psicopedagogia, Constelações Familiares Sistêmicas, Terapia Corporal, Transdisciplinaridade em Saúde, Educação e Liderança, Reiki.


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1 abr

Florais no tratamento da ansiedade

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Quantas pessoas você conhece, ou mesmo você, com algum tipo ou grau de ansiedade em determinada área da sua vida.

Preocupação, medo, insônia, insatisfação com alguma questão relacionada com família, emprego, dinheiro, estudos entre outras situações do dia a dia… todos esses sintomas podem estar relacionados com a ansiedade.

Parte da solução esta em compreender que a ansiedade não resolve nada, nem dá ferramenta para por em ordem ou corrigir algum setor da vida.

Neste e em muitos outros casos, fazemos bom uso da terapia floral.

Quando uma pessoa toma um floral, este manifesta seus princípios vibracionais, que atuam de forma a buscar na pessoa estes desequilíbrios, aflorando-os, para que a pessoa tome consciência de seus atos e atitudes.

Além disso, é dado um suporte, trazendo calma e confiança, e favorecendo para que o próprio indivíduo compreenda que ao fazer tudo neste padrão ele tem muito mais possibilidades de acerto e vitória do que o contrário, e, com o passar do tempo, vai reaprendendo o caminho de sua paz interior, e novamente re-educa seu corpo corrigindo o vicio da ansiedade.

Numa consulta, a pessoa abre suas queixas e setores da sua vida que busca uma melhoria, como por exemplo a falta de energia, onde a pessoa apresenta sintomas tais como desânimo, sonolência entre outros, podendo levar a depressão.

Neste caso também o floral auxilia muito, pois como já dito acima, sua principal função é dar suporte para que a pessoa possa manifestar aquilo que ela quer, através dos princípios vibracionais das flores, e assim re-encontrar o caminho para o seu auto-equilibrio, além, é claro de ser totalmente natural não havendo nenhuma contra indicação, podendo ser tomado junto com medicações, não influenciando e nem atrapalhando estes tratamentos, onde pelo contrário ira favorecer e até acelerar o processo.


Autor: Gustavo Iapichini é Terapeuta floral do sistema Joel Aleixo. Criador do sistema Flora Plena, essências florais


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1 mar

O Resgate do Amor

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Constelação Familiar Sistêmica é uma terapia breve que pode ser realizada numa sessão individual com auxílio de bonecos ou em um grupo de pessoas. Trata-se dos efeitos da complexidade dos relacionamentos humanos. Revela que conflitos familiares não resolvidos podem influenciar várias gerações de uma mesma família.

Numa vivência de Constelação Familiar é revelado onde o amor estava bloqueado gerando mal estar na família. Alguns exemplos:

• Luto não elaborado;

• Pessoa preterida, um antigo namorado ou namorada dos pais ou dos avós que ainda está ressentida;

• Morte, consequência de um acidente de trânsito ou de uma briga;

• Perda dos pais ainda em criança;

• Afastamento dos pais nos primeiros anos de vida de uma criança. Quando isso acontece, essa pessoa pode sem saber por que, sem entender, se aproximar e se afastar de seu companheiro, de seu filho ou dos amigos.

Na Constelação em grupo, os presentes sentam-se em círculo deixando o centro da roda livre. A pessoa que vai constelar expõe seu tema. (Por exemplo, a dificuldade de relacionamento com alguém.)

O constelador lhe pede para escolher entre os presentes uma pessoa para representá-la e outra pessoa para representar seus pais e/ou a pessoa com quem ela está com dificuldade.

Os representantes entram no “campo”, o centro da roda. São posicionadas pelo constelado no lugar onde ele sente intuitivamente ser o melhor. O constelado volta ao seu lugar na roda e todos presenciam a constelação.

Os representantes captam as sensações e sentimentos de quem representam e por meio deles revelam onde está o bloqueio daquela família que impede que o amor flua livremente. O constelador, em sintonia com o seu cliente, ciente das Ordens do Amor, descobertas por Bert Hellinger, faz então as intervenções necessárias para que a harmonia volte àquela família.


Autora: Vera Cyrineu é Pedagoga, com especialização em Psicopedagogia, Constelações Familiares Sistêmicas, Terapia Corporal, Transdisciplinaridade em Saúde, Educação e Liderança, Reiki.


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1 mar

A Arte Marcial como uma alternativa frente ao estresse

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Sempre me é perguntado: é possível através de um estilo de arte marcial encontrar uma alternativa de saúde frente ao estresse?

Penso que esta pergunta vem de encontro com o que a grande maioria das pessoas pensa sobre as artes marciais, ou seja, as artes marciais, devido a seus treinamento austeros, distressam!

Bem, para responder a essa pergunta faz se necessário esclarecer que existe o estresse positivo (eustresse), aquele que estimula a pessoa a lidar com determinadas situações, se superando e assim atingindo objetivos traçados, enquanto que o estresse negativo (distresse) acovarda o individuo e faz com que esse fuja das situações difíceis e ainda intimida-se diante de problemas.

As artes marciais ajudam a canalizar as tensões, aumenta autoestima, dessa maneira ajuda a equilibrar as emoções frente a qualquer tipo de problema.

A prática regular e o contato com pessoas de diferentes propósitos dentro do “dojo’ (local para a prática do caminho) amadurece o indivíduo, que aprende a conviver com as diferenças e a combater o estresse.

Combate o estresse por não estimular (ou mesmo conter) a violência, acalmar o espírito (e consequentemente o corpo), cuja rotina está em harmonizar-se com os princípios da natureza, onde a lei é a de menor tensão possível, de forma a executar graciosamente seu movimento acompanhado de uma respiração cadenciada, facilitando a responder com racionalidade aos problemas.

Não podemos considerar que a prática das artes marciais seja remédio para cura de todo os males, no entanto, praticar artes marciais leva as pessoas a viver melhor a vida.

Pessoas que tem espírito perturbado, “olham, mas não veem; escutam, mas não ouvem; e comem, mas não saboreiam”

-Confúcio


Autor: Ms. Claudio Ribeiro é Terapeuta holístico, Educador físico, filósofo, psicopedagogo, mestre em artes marciais


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