30 ago

Você se incomoda em meditar por 5 ou 10 minutos? Conheça então os vídeos Sitting and Smiling feitos por Benjamin Bennett

Canal do Benjamin Bennett:
Site entrevistando Benjamin Bennett:

Quero lhe apresentar um pessoa curiosa.

Antes disso te pergunto: Por quanto tempo você costuma meditar? Pelos populares 20 minutos? Ou 10 ou 5 minutos já é muito tempo para você? Ou você ainda não tem nem o hábito de meditar?

Você também não toma banho e nem escova os dentes?

Pois bem, pelo menos não é assim para Benjamin Bennett, tem tem postado em sem canal do YouTube os vídeos Sitting and Smiling, ou traduzido, Sentando e Sorrindo.

Em seus videos, esse rapaz senta-se, alinha-se e de repente solta um grande sorriso olhando para a câmera, e assim fica por, ACREDITEM, 4 horas. Isso mesmo nobre reclamador de 5 minutos de meditação, o Benjamin Bennett permanece 4 horas seguidas, ininterruptas, olhando e sorrindo para a câmera.

Agora sua mente preguiçosa, orgulhosa e crítica vem questionar: É montagem! Pior que não é, ele transmite essa sessão de 4 horas ao vivo, em Live Stream, para não restar questionamentos.

Esse rapaz está dando um exemplo de auto-superação. Teve um episódio que uma mosca sentou-se em sua testa, e ele permaneceu imóvel, sorrindo!

Noutra ocasião, ele estava com muita vontade de urinar, e fez ali mesmo, sentado e sorrindo.

Ta certo, isso foi exagero e nojento, mas concorda que não é qualquer um que tem peito para fazer isso, ainda mais ao vivo?

Houve também uma vez seu cômodo foi invadido um por homem, e o Bennett permaneceu lá, sentado e sorrindo, e o cara simplesmente foi embora.

Segundo alguns sites, o propósito de Bennett com esses vídeos é algo mais performático, chamado de arte duracional , que é mais sobre a resistência do artista do que o conteúdo da própria peça. Contudo, quando entrevistado de por que ele começou a fazer isso ele respondeu:

“Eu não sei. Parecia algo que a internet estava faltando. Parecia que precisava ser feito, e ninguém mais estava fazendo.”

Na descrição deste vídeo, e no nosso site, terá um link para uma entrevista que fizeram com o Benjamin Bennett

Em todo caso, independente do propósito dele, podemos dizer que essa técnica que ele utiliza é uma técnica meditativa, e que para algumas pessoas pode vir a ser poderosa.

Claro que talvez não sejam necessárias essas 4 horas, mas espero que o exemplo do Benjamin Bennett sirva de inspiração para você aprimorar sua prática meditativa.

É isso, um grande abraço

 


4 ago

Meditação altera cérebro e reduz estresse e inflamação

 

Uma pesquisa recente mostrou que a meditação pode mudar o cérebro de pessoas comuns e potencialmente melhorar a sua saúde, além de reduzir o estresse

O estudo foi publicado agora em julho de 2016 na Biological Psychiatry Journal, pelo pesquisador J. David Creswell e seus colaboradores do Departamento of Psicologia e Centro de Bases Neurais e Cognição da Universidade Carnegie Mellon, Pittsburgh, Pennsylvania.

Os pesquisadores levantaram que alguns experimentos anteriores sobre meditação apresentavam uma dificuldade metodológica devido ao efeito placebo.

Assim, neste experimento foram recrutados 35 homens e mulheres desempregados que estavam a procura de trabalho e apresentavam estresse considerável. Foram coletadas amostras de sangue e feitas varreduras de imagem no cérebro.

Para o grupo experimental foi ensinada um tipo específico de meditação, a mindfullnes, e para o outro grupo, o grupo controle, foi ensinada uma falsa meditação em que apenas oferecia relaxamento e distração das preocupações e estresse.

Ao final de 3 dias os integrantes dos 2 grupos relataram sentirem-se revigorados e capazes de suportar o estresse do desemprego. Contudo, o scaneamento cerebral mostrou diferenças naqueles que treinaram a modalidade de meditação autêntica. Nesses, havia mais atividade nos setores de seus cérebros que processam reações relacionadas com o estresse e outras áreas relacionadas com o foco e calma.

O mais interessante é que quatro meses depois, os integrantes do grupo que treinaram meditação apresentavam níveis muito mais baixos no sangue de um marcador de inflamação.

Os pesquisadores supõem que as mudanças do cérebro construiram para a subsequente redução na inflamação, mas ainda não sabem precisamente como isso acontece.

Fonte: http://www.biologicalpsychiatryjournal.com/article/S0006-3223(16)00079-2/abstract


15 abr

Yôga, benefícios do autoconhecimento, concentração e meditação

beto

 

Sou advogado, tenho 47 anos, até 2 anos atrás era sedentário e pesava 97kg, sofria de hipertensão, ansiedade e tinha 2 hérnias de disco.

Comprei uma bicicleta e passei a praticar o ciclismo e isso deu início a transformação de minha vida. Mudei minha alimentação e fiz uma reeducação alimentar completa.

Atualmente pratico diversos esportes com regularidade: muay thay, corrida de rua, futebol, ciclismo, skate e musculação e estou pesando 73 kg.

Em dezembro de 2015 iniciei a prática do Yoga, visando obter uma melhora no alongamento.

Mas qual não foi minha grata surpresa quando encontrei com uma prática profunda do autoconhecimento, da concentração, do autocontrole e da meditação.

A prática do yoga mudou minha vida!

Encontrei no yoga a oportunidade, sim, de conhecer melhor a mim mesmo e de encontrar e superar limites físicos e mentais.

Através da meditação os benefícios relacionados à concentração e ao autocontrole são imensos.

A mudança comportamental que passei a experimentar, como fruto do aprendizado do yoga tem sido fantástica, pois, o respeito ao próximo, a empatia, a simpatia e sua atitude passam a ser diferentes. É uma questão de energia e vibração.
A relação que estou aprendendo a ter com a respiração, com o controle de força muscular na prática dos ásanas e com a meditação do yoga está provocando a melhor transformação que já experimentei.

Enfim, posso dizer que o yoga se traduz em autoconhecimento, força e equilíbrio e autocontrole, e afirmar que a meditação é algo incrível.

O yoga me fez encontrar uma felicidade completa com as coisas mais simples da vida


Autor: Beto Zanforlin é Advogado, esportista, praticante de Nadi Yoga


Saiba mais sobre nosso serviço de Yoga

16 mar

A Ciência da Felicidade

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A ciência provou que a felicidade não é apenas um estado temporário de satisfação, mas uma habilidade que pode ser aprendida, como tocar violino ou jogar basquete.

Mas como PRATICAR felicidade?  Exercícios simples como a respiração diafragmática, automassagem e o relaxamento profundo baixam os níveis prejudiciais dos hormônios do estresse como o cortisol. E uma vez que um alto nível de cortisol é diretamente ligado à depressão – e pessoas felizes em geral têm níveis mais baixos de cortisol – essas práticas que harmonizam a nossa bioquímica interior certamente aumentam o nosso bem-estar.

A meditação também tem se provado capaz de “recircuitar” nossos cérebros de tal modo que lobo pré-frontal esquerdo fica mais ativo. A ativação dessa região do cérebro está associada a uma predominância de emoções positivas – mais prazer nas atividades cotidianas, mais entusiasmo e energia.

Por outro lado, mais atividade no córtex pré-frontal direito está associada com agitação mental, preocupação, descontentamento com a vida e tristeza. Pessoas com mais ativação nesta área são mais propensas à depressão clínica.

Uma prática sistemática de meditação, que ativa o lobo pré-frontal “positivo” do cérebro na verdade nos faz sentir melhor no nosso dia-a-dia.

Como disse o psicólogo William James, “Ao mudarmos as atitudes internas das nossas mentes podemos mudar a expressão externa das nossas vidas”.

Podemos transformar nossas mentes em brilhantes fontes de energia positiva, e fazer transbordar nossa luz interior para o mundo à nossa volta.

Todos almejamos um mundo de benevolência compassiva, comunidades harmoniosas, ecossistemas saudáveis, governança justa e prosperidade para todos. E isso começa dentro de nós.
O Instituto Visão Futuro em Porangaba, SP promove programas que ensinam essas simples técnicas que aumentam o nosso bem-estar.


Autora: Dra. Susan Andrews é formada em Antropologia pela Universidade de Harvard, e doutora em Psicologia Transpessoal. Fundadora e Diretora do Parque Ecológico Visão Futuro. Ministra Cursos de Formação em Biopsicologia e autora de diversos livros



1 ago

Meditar é Preciso…

med

 

Quando falamos, escutamos a palavra meditação logo vem a imagem de um monge compenetrado sentado em uma posição estática buscando a iluminação.

O dicionário define o termo meditar como, “entrar em contemplação ou reflexão”. Esta é uma descrição precisa de uma das modernas formas que a meditação pode tomar.

Vai além do método místico que consiste em buscar o êxtase da união com o divino como único objetivo. Transcende a meta de muitos métodos modernos de meditação que põem ênfase na “paz da mente”, obtida ao separá-la de todas as funções normais, induzindo, em geral a uma sensação de paralisia mental mais do que de paz. A mente então seria incapaz de registrar, interpretar e aplicar, palavras essenciais para a melhor definição de meditação.

A palavra meditação, deriva do latim e tem como significado “ponderar, pensar sobre”. Quem medita disciplina a mente, melhora a autoestima, a criatividade, a concentração, percepção, controla a ansiedade e mantem o equilíbrio emocional.

Muitos foram os pesquisadores (Universidade de Harvard) que concluíram que com a pratica da meditação diminuem se a frequência cardíaca e respiratória, o consumo de oxigênio em 20%, queda do nível de lactato no sangue (o qual aumenta em situação de estresse e fadiga).

Meditação é um estado de consciência pura, sem conteúdo. É um estado de não mente. A mente tenta sempre perpetuar a si mesma com uma regra natural de sobrevivência.

A meditação exige um cessar do contínuo tráfego de pensamento da mente e uma desidentificação com a mesma. Na meditação tomamos consciência de que não somos a mente, na medida que isso se aproxima mais e mais, lentamente chegamos ao ponto onde tudo cessa.

Momento de tranquilidade e silêncio absoluto. De acordo com os místicos, nesse estado meditativo percebemos quem somos em nossa essência e entendemos o mistério dessa nossa existência.

Meditação não é pensar, nem concentrar. Na concentração e no ato de pensar, existe uma dualidade, aquele que pensa ou concentra, e o objeto da atenção ou o foco da concentração.

Na meditação todas as dualidades cessam, não há mais divisão entre o interior e exterior. Pensar e concentrar pertence a dualidade e exige com isso um esforço que pode levar a exaustão.

A meditação é um estado de consciência não dual, é um processo de profundo relaxamento, um abandonar-se por completo em nosso próprio ser, que na essência é parte do todo.

Atualmente, existem mais de três mil técnicas de meditação. Segue para o leitor deste artigo o ZAZEN, método adotado pelos monges zen budistas, adaptado para os ocidentais.
1-Procure um lugar limpo e com pouca luz.
2-Sente-se com a coluna ereta, cruze as pernas, uma as mãos em forma de concha e deixe-as caídas sobre o colo, ou ainda simplesmente deite. Leve sorriso para relaxar o rosto.
3-Mantenha olhos semiabertos mirando 45 graus sem fixar olhar em imagem alguma.
4-Coloque a língua no céu da boca inclinando o queixo levemente para frente.
5-Sinta a barriga cheia de ar e expire. Para não dispersar a mente conte de 1 a 10 e de 10 a 1, selecione um despertador para tocar após 5 minutos, desligue o aparelho e fique na posição pelo tempo que desejar.

Os benefícios comprovados são muitos, não demorem em começar a pratica da meditação, vá busque um lugar ou mesmo discipline-se para praticar pelo menos 5 minutos diariamente.

Fonte:
Revista zen. Editora JBC. Ano 1 – nº 1
L. Cançado, Juracy Campos. Ed. Ground. 2º edição. Do jardim do Eden – era de aquarius- RJ – 1974 .


Autor: Ms. Claudio Ribeiro é Terapeuta holístico, Educador físico, filósofo, psicopedagogo, mestre em artes marciais


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