3 dez

Constelação Familiar Sistêmica no Direito, na Medicina, na Empresa

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A abordagem terapêutica, desenvolvida pelo alemão Bert Hellinger, chamada de Constelação Familiar Sistêmica, revela que muitos de nossos problemas, sejam  problemas de saúde, financeiro, de relacionamento, podem ser consequências do desprezo ou exclusão de algum membro familiar nesta geração, como de um pai, de uma mãe, de um ex-companheiro/a, de um aborto; ou de uma exclusão  acontecida em gerações passadas, mesmo que não tenhamos conhecimento  consciente do fato.

Tudo o que aconteceu com nossa família está registrado no inconsciente familiar  e podemos, também inconscientemente,  acessar algum conflito não resolvido e sofrermos com os mais variados problemas, sem encontrarmos um motivo para eles na atualidade  como  também não encontrarmos uma solução pelos caminhos convencionais.

Profissionais de diferentes áreas têm se interessado pelas técnicas das Constelações Familiares,  utilizando-as em sua prática, como, por exemplo, o  juiz de direito Samir Storch e o médico Décio Fábio de Oliveira Jr que as aplica em atendimentos rotineiros de Posto de Saúde, assim como os  médicos José Miguel de Deus e Vânia M. e S. Campos que realizam Constelações Familiares em grupo, mensalmente, no Hospital das Clínicas de Goiânia.

Temos também muitos profissionais aplicando as Constelações em empresas, pois as mesmas leis sistêmicas que regem as famílias – direito de pertencer, equilíbrio entre dar e tomar e hierarquia – também atuam nas relações humanas dentro de uma empresa contribuindo para seu sucesso ou suas dificuldades.


Autora: Vera Cyrineu é Pedagoga, com especialização em Psicopedagogia, Constelações Familiares Sistêmicas, Terapia Corporal, Transdisciplinaridade em Saúde, Educação e Liderança, Reiki.


Saiba mais sobre nossa atividade de CONSTELAÇÔES FAMILIARES

 


5 nov

Constelação Familiar Sistêmica e o Direito

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A Constelação Familiar Sistêmica, abordagem terapêutica breve, criada por Bert Hellinger, trata dos relacionamentos humanos e suas leis: do pertencimento, hierarquia e equilíbrio; sua complexidade e profundidade.  Enfatiza a importância do não julgamento, pois compreende as razões profundas de muitas atitudes humanas. É comum a pessoa sair de uma Constelação leve e em paz, além de outros benefícios  que podem alcançar todo o seu sistema familiar.
O não julgar é uma peça chave para a resolução dos conflitos emergidos numa Constelação Sistêmica.  Outra chave é a inclusão de todos os excluídos daquele sistema.

Essa abordagem agora também chega ao Sistema Judiciário como uma ferramenta incrível na solução das demandas, principalmente nas questões familiares, mas também nas questões que envolvem crime. Em Mato Grosso, na Comarca de Sorriso e Rio Grande do Norte, em Natal, é utilizada a Constelação Familiar. Entretanto, o pioneiro é Sami Storch, Juiz de Direito no Estado da Bahia, Doutorando em Direito na PUC-SP, com tese em desenvolvimento sobre o tema “Direito Sistêmico: a resolução de conflitos por meio da abordagem sistêmica fenomenológica das constelações familiares”.  Seu foco é a aplicação prática, no exercício das atividades judicantes, dos conhecimentos e técnicas das constelações familiares.  Ele afirma que utiliza a força do cargo de juiz para auxiliar na busca de soluções que não apenas terminem o processo judicial, mas que realmente resolvam os conflitos, trazendo paz ao sistema.


Autora: Vera Cyrineu é Pedagoga, com especialização em Psicopedagogia, Constelações Familiares Sistêmicas, Terapia Corporal, Transdisciplinaridade em Saúde, Educação e Liderança, Reiki.


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1 out

Os abortados fazem parte

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Cada um de nós nasceu dentro de uma família, ou seja, da união de um homem e uma mulher, seja através de um encontro sexual ou, atualmente também, por meio das inseminações ou fecundação in vitro. Não importa a forma, fazemos parte do ‘campo familiar’ do pai e da mãe e estamos ligados a muitas gerações.

Bert Helinger, o criador das Constelações Familiares Sistêmicas, descobriu que algumas leis regem os relacionamentos humanos. Uma das leis é a do ‘pertencimento’.Todos têm o direito de Pertencer e consciente ou inconscientemente tudo fazemos para não perder nosso pertencimento. Nosso primeiro e mais importante grupo de pertinência é a nossa família. Depois teremos outros grupos, dos amigos, profissão, religião, esporte e outros. A forma como participamos dos demais grupos está muito ligada à forma como participamos do nosso grupo familiar.

As exclusões muitas vezes têm consequências importantes para os grupos. É frequente um descendente estar vinculado a alguém excluído.  No caso familiar, todas as crianças geradas fazem parte, independentemente da forma como o foram e se estão vivos ou se já morreram. Continuam fazendo parte do ‘campo familiar’. Entendemos, portanto, que as crianças abortadas, de forma espontânea ou não, e os embriões, descartados ou congelados, também fazem parte. Todos são filhos do casal e reconhecê-los como tal trará saúde e bem-estar à família. Nas Constelações fica bastante evidente a importância desse reconhecimento e as consequências das exclusões.


Autora: Vera Cyrineu é Pedagoga, com especialização em Psicopedagogia, Constelações Familiares Sistêmicas, Terapia Corporal, Transdisciplinaridade em Saúde, Educação e Liderança, Reiki.


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