1 dez

Na busca do Equilíbrio

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Quando buscamos o equilíbrio, a sensação de nos tornarmos um com a natureza é algo imprescindível, perder o medo de mudar, sentir o frio e o quente é fazer  parte desse  caminho e sintonizar  com o  fluxo da vida do qual fazemos parte. (Unidade).

Assumir o controle da própria vida é não ceder às influências do mundo, aquietar a mente, ir de encontro com a serenidade que existe dentro de nós, dedicar um tempo maior para nós mesmos, praticar atividades que expressem nossa essência, aprender a dizer não a invasão do nosso espaço. (Centrismo).

Muitos compromissos, atividades excessivas podem roubar o prazer de viver. Portanto faz-se necessário que evitemos o supérfluo, que arrumemos nossa casa e consequentemente nossa vida. Reservar um tempo para pensar, relaxar, ler, pintar e identificar pessoas que roubam nosso tempo sem que percebamos.  (Viver na simplicidade).

Um dos grandes segredos é evitar os hábitos cotidianos que sabotam o tempo que temos a disposição, entre estes estão a de estabelecer prioridades e ser capaz de dizer “Não” ou mesmo “Não quero” (Noção de tempo).

Muitas pessoas tem medo de demonstrar o que pensam, vive de acordo com a própria convicção e dessa forma vivem sempre rejeitadas. Para acreditar em si, é preciso enfrentar os seus medos e aprender com eles. (Coragem).

A consciência do próprio valor ajuda a construir o poder pessoal. Tanto no homem quanto na mulher existem duas energias, a energia YIN, feminina, suave e emocional, a Yang, masculina, objetiva e ligada ao corpo físico. Assim unimos força e flexibilidade. (Força).

Pessoas que agem são otimistas, aceitam mudanças e trabalham com perspectivas de sucesso. (Capacidade de Agir).

Na maioria das vezes o desafio está em encontrar o equilíbrio entre uma atitude conciliadora e afirmar sua personalidade. (Harmonia).

Referencia: Livro tao te king – Lao Tse


Autor: Ms. Claudio Ribeiro é Terapeuta holístico, Educador físico, filósofo, psicopedagogo, mestre em artes marciais


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1 jul

A consciência em questão

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Bert Hellinger, criador das Constelações Familiares, reconhece que temos três níveis de consciência e o que as diferenciam é o alcance do amor de cada uma delas. A consciência pessoal, a consciência coletiva e a consciência espiritual.

A CONSCIÊNCIA PESSOAL está a serviço do vínculo a um grupo limitado, ama os seus e exclui os que não pertencem ao grupo. Nos mantém no grupo como um cão mantém as ovelhas no rebanho. Quando mudamos de ambiente ela muda de cor, como um camaleão, para proteger-nos.

Assim, temos uma consciência junto à mãe e outra junto ao pai, uma na família e outra na profissão, uma na igreja e outra na mesa da grande família. Ela sempre se refere ao vínculo e ao amor ao vínculo, ao medo da separação e da perda. Esta consciência que nos diz o que precisamos pensar e fazer para continuar pertencendo ao grupo e quando seguimos o grupo nos sentimos com a consciência leve, isso independentemente dos valores desse grupo. Por isso Bert reconhece que todos os crimes são cometidos com boa consciência, que nos apoiamos nela para fazer o mal e nesta esfera, da boa consciência, podemos nos unir a um dos lados e estar em conflito com o outro, até a vontade de extermínio.

Os grandes conflitos têm suas raízes na boa consciência e tiram dela suas energias agressivas. Para não ser excluído ou ter a consciência pesada a pessoa, pela força da consciência pessoal, pode cometer atos incríveis tanto no bom como no mal sentido. Tudo depende dos valores do grupo.

Entretanto, Bert Hellinger descobriu que também sofremos influência da CONSCIÊNCIA COLETIVA que não admite exclusões, ama e quer trazer os excluídos de volta; porém sem olhar para o bem-estar de cada um, pois obriga um inocente a representar um excluído, porque olha para a totalidade e a ordem do grupo. Podemos, então, estar inconscientemente “emaranhados” com algum parente excluído e repetirmos sua história, nos boicotar, ser infelizes ou cometer algum delito, por força deste vínculo.

A CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL nos aproxima de Deus, pois dedica-se igualmente a todos com benevolência e amor – supera as diferenciações entre o ‘bom’ e o ‘mau’, entre o ‘melhor’ e o ‘pior’. Transcende os limites da consciência pessoal e coletiva. Faz-nos transpor os limites de nosso grupo e sintonizar com algo maior, congregando numa unidade e num patamar superior os lados opostos – não ser inimigo de ninguém.

A grande paz começa onde termina a vontade de extermínio, onde o indivíduo reconhece que não existem seres humanos melhores ou piores. Quando sabemos e reconhecemos que nossa consciência, nos níveis pessoal e coletivo, tolhe nossa liberdade, podemos nos aproximar dos outros sem arrogância. Quando estamos em sintonia com este nível de consciência, nos sentimos bem, calmos e sem preocupações. Sabemos do nosso próximo passo e temos força para dá-lo. Ao contrário, quando nos afastamos dela, nos sentimos inquietos, com bloqueio espiritual – não nos conhecemos mais, não sabemos o que fazer e nos sentimos sem força – ao excluirmos alguém de nossa dedicação e de nossa benevolência.

Numa Constelação Familiar essas realidades vêm à tona e aprendemos a lidar melhor com os vários níveis de consciência.


Autora: Vera Cyrineu é Pedagoga, com especialização em Psicopedagogia, Constelações Familiares Sistêmicas, Terapia Corporal, Transdisciplinaridade em Saúde, Educação e Liderança, Reiki.


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1 jun

Só o amor pode curar

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O amor é a energia universal que rege e movimenta todos os seres deixando os saudáveis e felizes, assim a falta dessa energia nos adoecerá se não a cultivarmos.

Existe para quem acredita três tipos de doenças:

1- A cármica (retorno de tudo que foi feito em vidas passadas) são doenças trazidas pelo espírito em forma de prova e expiações.

2- Autodestrutiva (pessoas que se suicidam pelos vícios, destruição do corpo e da mente) pessoas que sentem raiva, ansiedade e preocupações excessivas tendem a gerir pensamentos negativos, que somatizam doenças das mais variadas, que poderá ser levada como carma para vidas futuras.

3- A passageira (doenças do cotidiano) resfriados, dores musculares que de alguma maneira nos avisam que algo estranho está acontecendo e que devemos tomar providencias aos sintomas, tem também como propósito imunizar nosso corpo contra bactérias e vírus caso contrário uma simples gripe poderia nos levar ao óbito.

O corpo humano é reflexo do estado mental e espiritual de cada um, portanto mente sã é igual corpo são, mente desequilibrada, corpo enfermo. Se nossos pensamentos e atitudes forem bons, nada de doença, mas do contrário grande possibilidade de adoecermos.

A depressão nada mais é do que a falta de amor e alegria, é a insatisfação inconsciente dos erros do passado e mesmo de algo que ainda não concretizado em vida. Devemos lembrar sempre que tudo tem um tempo e cada um o seu tempo, sem dúvidas muitos esperam que as coisas aconteçam sem mesmo se esforçarem para que essa realização se concretize ficar parado sem nada fazer, nada acontecerá por mais que tenhamos ajuda do divino.  Agora utilizando a frase do livro: “Não estamos sós” Caparaó Everton Pacheco. “Toda doença é uma autopunição, consciente ou inconsciente por se estar afastado do amor universal”.


Autor: Ms. Claudio Ribeiro é Terapeuta holístico, Educador físico, filósofo, psicopedagogo, mestre em artes marciais


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2 fev

A terapia das relações familiares

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A Constelação Familiar Sistêmica é uma abordagem terapêutica desenvolvida pelo alemão Bert Hellinger que descobriu que relações familiares conflituosas podem gerar problemas de saúde, de comportamento entre outros, em várias gerações de uma família.

A Constelação é uma abordagem que olha para todo sistema familiar até encontrar a origem do mal estar. Pode ser realizada individualmente, com auxílio de bonecos, ou em grupo.

Para que uma Constelação Familiar aconteça em um grupo é necessária a presença do constelador, do constelado, de um grupo de participantes e dos representantes:

Constelador: pessoa habilitada em Constelação Familiar, o facilitador do processo que trabalha  o tema solicitado pelo constelado, a partir das informações dos representantes e das leis sistêmicas visando à harmonização daquele sistema familiar. Uma constelação pode ter um efeito concreto imediato, dar início a um movimento em direção à solução ou ampliar a percepção sobre a questão tratada.

Constelado: o cliente que tem um tema, um problema a ser resolvido, seja ele de ordem física, emocional, comportamental ou financeira.  Apenas um tema é trabalhado durante uma constelação.

Grupo de participantes: são as pessoas presentes na Constelação e não precisam conhecer o constelado ou sua história. Para elas é uma experiência tocante, profunda e enriquecedora.

Representantes: são as pessoas que representam o cliente, as pessoas de sua família, sua dor, seu país ou uma situação específica. São convidados, podendo aceitar ou não, entre os participantes e expressam as relações familiares através de sua postura, movimentos e sentimentos aflorados no momento em que ele entra no “campo” da Constelação. O que se mostra nos representantes são as relações, processos e efeitos psíquicos e não as próprias pessoas.


Autora: Vera Cyrineu é Pedagoga, com especialização em Psicopedagogia, Constelações Familiares Sistêmicas, Terapia Corporal, Transdisciplinaridade em Saúde, Educação e Liderança, Reiki.


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1 nov

Reflexão sobre o Holismo

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Holismo é uma ideia originada do grego “holos”, que significa ‘todo, integral, completo’.

Heráclito de Éfeso, filósofo do século VI a.C. já dizia: “A parte é diferente do todo, mas também é o mesmo que o todo. A essência é o todo e a parte”.

Nessa visão percebemos a realidade numa relação mútua, dialética entre fenômeno e essência, particular e universal, matéria e consciência.

A visão holística se contrapõe a visão dualista, fragmentadora e mecanicista, que ao longo desses séculos de civilização tecnológica e de racionalismo desacerbado, despojou o ser humano da sua unidade. Trata-se de uma atitude diante da realidade, uma forma de compreender o mundo como um espaço de intercambio dinâmico entre Ciência, Arte, Filosofia e as diversas tradições Espirituais.

Terapia Holística
A Terapia Holística tem como objetivo tratar o ser completo, ou seja, Corpo Mente e Espírito. Se ignorarmos qualquer uma dessas áreas ficaremos incompletos, não seremos um todo.

Ao corpo, devemos observar a melhor maneira de nos alimentar, saber os efeitos que determinados alimentos podem nos causar, fazendo assim as melhores escolhas para nosso corpo, como ervas e vitaminas, homeopatias e remédios naturais.

Os exercícios físicos nos fortalece os músculos, melhora nossa capacidade cardiovascular e mantem nosso corpo jovem. Entre tantas opções temos Dança, Chi Kung, Taichi, Artes Marciais, Yoga e outras atividades como massagens, acupuntura, bioenergética etc.

Para a Mente, podemos explorar várias técnicas psicológicas como, Gestalt, Hipnose, Psicodrama, Regressão etc. É muito importante também a Meditação, que é uma forma de acalmar a mente e permite que seu próprio conhecimento venha à tona.

Para o campo Espiritual, podemos optar pela prece, meditação, participar de grupos religiosos, escolher dentre tantos caminhos o que melhor adaptar a sua busca, ou ainda começar a praticar o perdão e dar amor incondicional.


Autor: Ms. Claudio Ribeiro é Terapeuta holístico, Educador físico, filósofo, psicopedagogo, mestre em artes marciais


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