15 abr

Yôga, benefícios do autoconhecimento, concentração e meditação

beto

 

Sou advogado, tenho 47 anos, até 2 anos atrás era sedentário e pesava 97kg, sofria de hipertensão, ansiedade e tinha 2 hérnias de disco.

Comprei uma bicicleta e passei a praticar o ciclismo e isso deu início a transformação de minha vida. Mudei minha alimentação e fiz uma reeducação alimentar completa.

Atualmente pratico diversos esportes com regularidade: muay thay, corrida de rua, futebol, ciclismo, skate e musculação e estou pesando 73 kg.

Em dezembro de 2015 iniciei a prática do Yoga, visando obter uma melhora no alongamento.

Mas qual não foi minha grata surpresa quando encontrei com uma prática profunda do autoconhecimento, da concentração, do autocontrole e da meditação.

A prática do yoga mudou minha vida!

Encontrei no yoga a oportunidade, sim, de conhecer melhor a mim mesmo e de encontrar e superar limites físicos e mentais.

Através da meditação os benefícios relacionados à concentração e ao autocontrole são imensos.

A mudança comportamental que passei a experimentar, como fruto do aprendizado do yoga tem sido fantástica, pois, o respeito ao próximo, a empatia, a simpatia e sua atitude passam a ser diferentes. É uma questão de energia e vibração.
A relação que estou aprendendo a ter com a respiração, com o controle de força muscular na prática dos ásanas e com a meditação do yoga está provocando a melhor transformação que já experimentei.

Enfim, posso dizer que o yoga se traduz em autoconhecimento, força e equilíbrio e autocontrole, e afirmar que a meditação é algo incrível.

O yoga me fez encontrar uma felicidade completa com as coisas mais simples da vida


Autor: Beto Zanforlin é Advogado, esportista, praticante de Nadi Yoga


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16 mar

A Ciência da Felicidade

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A ciência provou que a felicidade não é apenas um estado temporário de satisfação, mas uma habilidade que pode ser aprendida, como tocar violino ou jogar basquete.

Mas como PRATICAR felicidade?  Exercícios simples como a respiração diafragmática, automassagem e o relaxamento profundo baixam os níveis prejudiciais dos hormônios do estresse como o cortisol. E uma vez que um alto nível de cortisol é diretamente ligado à depressão – e pessoas felizes em geral têm níveis mais baixos de cortisol – essas práticas que harmonizam a nossa bioquímica interior certamente aumentam o nosso bem-estar.

A meditação também tem se provado capaz de “recircuitar” nossos cérebros de tal modo que lobo pré-frontal esquerdo fica mais ativo. A ativação dessa região do cérebro está associada a uma predominância de emoções positivas – mais prazer nas atividades cotidianas, mais entusiasmo e energia.

Por outro lado, mais atividade no córtex pré-frontal direito está associada com agitação mental, preocupação, descontentamento com a vida e tristeza. Pessoas com mais ativação nesta área são mais propensas à depressão clínica.

Uma prática sistemática de meditação, que ativa o lobo pré-frontal “positivo” do cérebro na verdade nos faz sentir melhor no nosso dia-a-dia.

Como disse o psicólogo William James, “Ao mudarmos as atitudes internas das nossas mentes podemos mudar a expressão externa das nossas vidas”.

Podemos transformar nossas mentes em brilhantes fontes de energia positiva, e fazer transbordar nossa luz interior para o mundo à nossa volta.

Todos almejamos um mundo de benevolência compassiva, comunidades harmoniosas, ecossistemas saudáveis, governança justa e prosperidade para todos. E isso começa dentro de nós.
O Instituto Visão Futuro em Porangaba, SP promove programas que ensinam essas simples técnicas que aumentam o nosso bem-estar.


Autora: Dra. Susan Andrews é formada em Antropologia pela Universidade de Harvard, e doutora em Psicologia Transpessoal. Fundadora e Diretora do Parque Ecológico Visão Futuro. Ministra Cursos de Formação em Biopsicologia e autora de diversos livros



16 mar

A força do Sagrado Feminino

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Ativando seu poder

Em um momento onde a força da mulher vem ressurgindo, falar do  sagrado feminino é algo simples, fluído e mais  fácil de ser assimilado. Tudo isso porque as mulheres começam a entender a importância delas no mundo e o quanto é urgente que nós sejamos cada vez mais unidas.

Nós não somos rivais umas das outras, não disputamos os mesmos cargos, os mesmos namorados, o mesmo lugar no mundo.  Somos amigas, somos guerreiras, somos doação, SOMOS IRMÃS.

Quando você olha nos olhos de outra mulher você consegue se reconhecer nela. Essa história que mulher quando se junta com outras mulheres sai intriga, fuxico e fofoca é algo que acabamos engolindo e reproduzindo há gerações , mas esse  não é  o natural. Não era assim  que nos relacionávamos em outras épocas onde estávamos mais  conectadas com a sacralidade na Mãe Terra. Essa ideia de rivalidade é mais uma programação que a sociedade insiste em nos fazer aceitar, para que percamos força. A verdade é que nascemos para ficarmos juntas.

Quando mulheres estão reunidas em um local começamos a produzir naturalmente um hormônio chamado oxitocina, que segundo a Universidade de Birmingham, na Grã-Bretanha, estimula comportamentos como a generosidade, empatia, confiança e o altruísmo. Além disso, esse hormônio destrói o medo, estresse e ansiedade, portanto, cientificamente falando, nascemos para ficarmos unidas, porque dessa forma somos muito mais fortes e muito mais felizes.

A própria natureza se encarregou de nos tornamos sagradas e juntas então, somos capazes de mudar o mundo. E isso não é força de expressão. Temos tanto poder quando nos juntamos que podemos trazer soluções para toda uma sociedade e em maiores proporções somos capazes de acabar como sofrimento no mundo. Basta reconhecer nos olhos de outra mulher sua verdadeira irmã em amor e sacralidade.


Autora: Luciana Farias é Terapeuta holística Formada em gastronomia pela Anhembi Morumbi. É mestre em Reiki, e formada em terapias holísticas como aromaterapia, terapia dos quatro elementos, leitura de aura, tarot
entre outros.


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12 fev

O que é Teatro Terapia?

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Uma mudança na forma de encarar a si mesmos e a vida

Em algum ponto de suas vidas as pessoas se deparam com o fato de que estão saturadas com o ritmo frenético da vida moderna, com a intensidade de suas emoções, emoções essas que tanto elas quanto os outros tem dificuldade de encarar… ou conviver com elas.

Uma abordagem terapêutica através da arte oferece uma oportunidade de explorar essas intensas e até mesmo dolorosas emoções e sentimentos num ambiente especialmente preparado para o apoio mútuo. Nós usamos o teatro como apoio e vivencia terapêutica (arte-terapia), através de atividades em grupo, onde todos experimentam o conhecer-se, conhecer o outro, descobrir sua capacidade de criar com a mente, com o corpo, com a voz… tudo com muita diversão e muito, mas muito bom humor.
Quais os pré-requisitos para participar?

Nenhum. Isso mesmo, você não tem que ter nenhuma habilidade artística. O facilitador do processo é que usará varias técnicas artísticas (expressão corporal, voz, canto, improvisação, etc.) para dar ao grupo o apoio e oportunidade de explorar a sua capacidade de usar o teatro para descobrir que somos seres especiais, lindos, criativos e capazes de se relacionar com solidariedade, respeito e amor.

A Arte-terapia através do teatro pretende ser um meio de explorar assuntos e vivencias do nosso eu mais profundo, além de ser um meio seguro de expressar sentimentos e emoções fortes, sensíveis e até destrutivas, propiciando um melhor gerenciamento do estresse e ansiedades do dia-a-dia.

Esse processo faz uma grande diferença na melhoria da comunicação entre pessoas, grupos ou equipes profissionais. Os participantes sempre relatam que essa experiência colabora para uma mudança na forma de encarar a si mesmos e a vida.


Autora: Ludi Esteves é Professora, atriz, diretora e terapeuta, trabalha com teatro a mais de 15 anos, formando atores e não atores conscientes do seu papel no mundo que vivem.


Saiba mais sobre nosso serviço de Teatroterapia

12 dez

Quem são nossos inimigos…

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Muito se fala e se escreve sobre autoconhecimento, muitos são os mestres e gurus que em suas interpretações falam da realidade, às vezes mais confundem que ajudam.

Sabemos que somos um conglomerado de virtudes  e de defeitos, ainda que muitos desses defeitos sejam ignorados. Na verdade podemos afirmar que as virtudes são inerentes a nós mesmos, o modelo de mundo que nos rodeia está infectado pelas neuroses que se somam as já existentes em nossa composição psicológica.

Quando não percebemos nossas neuroses é por que às enfrentamos com valentia, nessa procura pelos caminhos que nos conduzirão as muitas metas.

Desse entendimento, muitos acabam em buscar nas suas vidas as artes, política, ciência e aqueles que buscam a meditação.  Contudo, poucos são os que atingem o alvo almejado, e estão sempre a perguntar, como caminhar, como ser vitorioso nesta busca?

Dentro das artes marciais, os mestres que nos transmitem a história dessa disciplina, através de mitos e lendas, frisam que são duas as exigências fundamentais para o caminhante:

  • Suprema inspiração e vontade ( inclui auto sacrifício). Comunica-nos com os planos das essências, com esse mundo de ideias que Platão delineia magistralmente, com essa dimensão dos pensamentos imortais de que nos falam os mestres da Ásia e do Oriente. É o sentimento da alma embelezada, que olha para o alto a fim de estudar as desconhecidas esferas de sabedoria e de verdade.
  • Se ligar a um mestre verdadeiro que represente uma linhagem verdadeira e que não tenha sofrido quebras através do tempo. No que se refere a se engajar no caminho da libertação e da onisciência, todo o ser, inclusive nós mesmos, mostra um talento particular em descobrir falsos caminhos, como cegos perdidos sem amigos no meio de uma estepe deserta. Na verdade é necessário recorrer a um amigo espiritual, o verdadeiro guia que conduz ao despertar e a onisciência. Este guia espiritual é denominado comumente como “Guru” palavra que em sânscrito quer dizer Virtuoso. No Japão chama-se Sensei, na China Shifú, na Coréia Kwanjanin. Ainda que as palavras sejam diferentes o significado é o mesmo. O mestre não deve ser um objeto, um mero ídolo, deve ser um mestre qualificado, dedicado ao seu discípulo profundamente, tem que ter um registro provando seu discipulado com um mestre vivo. Tem que continuar a ver este mestre (se tiver vivo) como nós vemos nosso guru e continuar emulando seu exemplo. Quando desenvolvemos uma real relação Mestre/discípulo somos inspirados e desenvolvemos nosso mestre interior. Mestre interior/mestre exterior torna- se um, frequentemente em algum nível sabemos o que devemos fazer, mas não escutamos o que aquela voz interna suave está nos dizendo. Isto significa que a influencia do nosso mestre exterior não está completamente estabelecida.

Referência: O espírito das artes marciais S.P. 2010. Prof. Roque Henrique Severino.


Autor: Ms. Claudio Ribeiro é Terapeuta holístico, Educador físico, filósofo, psicopedagogo, mestre em artes marciais


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