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Os abortados fazem parte

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Cada um de nós nasceu dentro de uma família, ou seja, da união de um homem e uma mulher, seja através de um encontro sexual ou, atualmente também, por meio das inseminações ou fecundação in vitro. Não importa a forma, fazemos parte do ‘campo familiar’ do pai e da mãe e estamos ligados a muitas gerações.

Bert Helinger, o criador das Constelações Familiares Sistêmicas, descobriu que algumas leis regem os relacionamentos humanos. Uma das leis é a do ‘pertencimento’.Todos têm o direito de Pertencer e consciente ou inconscientemente tudo fazemos para não perder nosso pertencimento. Nosso primeiro e mais importante grupo de pertinência é a nossa família. Depois teremos outros grupos, dos amigos, profissão, religião, esporte e outros. A forma como participamos dos demais grupos está muito ligada à forma como participamos do nosso grupo familiar.

As exclusões muitas vezes têm consequências importantes para os grupos. É frequente um descendente estar vinculado a alguém excluído.  No caso familiar, todas as crianças geradas fazem parte, independentemente da forma como o foram e se estão vivos ou se já morreram. Continuam fazendo parte do ‘campo familiar’. Entendemos, portanto, que as crianças abortadas, de forma espontânea ou não, e os embriões, descartados ou congelados, também fazem parte. Todos são filhos do casal e reconhecê-los como tal trará saúde e bem-estar à família. Nas Constelações fica bastante evidente a importância desse reconhecimento e as consequências das exclusões.


Autora: Vera Cyrineu é Pedagoga, com especialização em Psicopedagogia, Constelações Familiares Sistêmicas, Terapia Corporal, Transdisciplinaridade em Saúde, Educação e Liderança, Reiki.


Saiba mais sobre nossa atividade de CONSTELAÇÔES FAMILIARES

 

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