5 nov

Constelação Familiar Sistêmica e o Direito

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A Constelação Familiar Sistêmica, abordagem terapêutica breve, criada por Bert Hellinger, trata dos relacionamentos humanos e suas leis: do pertencimento, hierarquia e equilíbrio; sua complexidade e profundidade.  Enfatiza a importância do não julgamento, pois compreende as razões profundas de muitas atitudes humanas. É comum a pessoa sair de uma Constelação leve e em paz, além de outros benefícios  que podem alcançar todo o seu sistema familiar.
O não julgar é uma peça chave para a resolução dos conflitos emergidos numa Constelação Sistêmica.  Outra chave é a inclusão de todos os excluídos daquele sistema.

Essa abordagem agora também chega ao Sistema Judiciário como uma ferramenta incrível na solução das demandas, principalmente nas questões familiares, mas também nas questões que envolvem crime. Em Mato Grosso, na Comarca de Sorriso e Rio Grande do Norte, em Natal, é utilizada a Constelação Familiar. Entretanto, o pioneiro é Sami Storch, Juiz de Direito no Estado da Bahia, Doutorando em Direito na PUC-SP, com tese em desenvolvimento sobre o tema “Direito Sistêmico: a resolução de conflitos por meio da abordagem sistêmica fenomenológica das constelações familiares”.  Seu foco é a aplicação prática, no exercício das atividades judicantes, dos conhecimentos e técnicas das constelações familiares.  Ele afirma que utiliza a força do cargo de juiz para auxiliar na busca de soluções que não apenas terminem o processo judicial, mas que realmente resolvam os conflitos, trazendo paz ao sistema.


Autora: Vera Cyrineu é Pedagoga, com especialização em Psicopedagogia, Constelações Familiares Sistêmicas, Terapia Corporal, Transdisciplinaridade em Saúde, Educação e Liderança, Reiki.


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