16 mar

Tai Chi Chuan ou Taijiquan…

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Taijiquan é a forma românica de escrever Tai chi chuan

Para aqueles que não estão familiarizados com as artes marciais chinesas, Tai  chichuan   trata-se de uma arte testada pelos tempos, que exercita a mente e o corpo com suavidade, regula o fluxo de energia e pode ser utilizada para:

• beneficiar a saúde e aumentar a longevidade;
• é útil para a defesa pessoal;
• para arejar a mente;
• para o desenvolvimento espiritual (independentemente de raça, cultura ou religião).

Ela tem sido descrita como poesia em movimento e também, equivocadamente, como luta contra a sombra e calistenia de baixo impacto.

Poesia em movimento é uma descrição adequada para a beleza e a graça do Tai Chi Chuan, mas as expressões “luta contra a sombra” e “calistenia de baixo impacto” revelam a falta de compreensão de sua profundidade e dimensão.”

04Calistenia: Sistema de ginástica leve para dar vigor e beleza física.
Fonte: “The complete book of Tai Chi Chuan”, Wong Kiew Kit (1996).


Autor: Ms. Claudio Ribeiro é Terapeuta holístico, Educador físico, filósofo, psicopedagogo, mestre em artes marciais


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12 dez

Quem são nossos inimigos…

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Muito se fala e se escreve sobre autoconhecimento, muitos são os mestres e gurus que em suas interpretações falam da realidade, às vezes mais confundem que ajudam.

Sabemos que somos um conglomerado de virtudes  e de defeitos, ainda que muitos desses defeitos sejam ignorados. Na verdade podemos afirmar que as virtudes são inerentes a nós mesmos, o modelo de mundo que nos rodeia está infectado pelas neuroses que se somam as já existentes em nossa composição psicológica.

Quando não percebemos nossas neuroses é por que às enfrentamos com valentia, nessa procura pelos caminhos que nos conduzirão as muitas metas.

Desse entendimento, muitos acabam em buscar nas suas vidas as artes, política, ciência e aqueles que buscam a meditação.  Contudo, poucos são os que atingem o alvo almejado, e estão sempre a perguntar, como caminhar, como ser vitorioso nesta busca?

Dentro das artes marciais, os mestres que nos transmitem a história dessa disciplina, através de mitos e lendas, frisam que são duas as exigências fundamentais para o caminhante:

  • Suprema inspiração e vontade ( inclui auto sacrifício). Comunica-nos com os planos das essências, com esse mundo de ideias que Platão delineia magistralmente, com essa dimensão dos pensamentos imortais de que nos falam os mestres da Ásia e do Oriente. É o sentimento da alma embelezada, que olha para o alto a fim de estudar as desconhecidas esferas de sabedoria e de verdade.
  • Se ligar a um mestre verdadeiro que represente uma linhagem verdadeira e que não tenha sofrido quebras através do tempo. No que se refere a se engajar no caminho da libertação e da onisciência, todo o ser, inclusive nós mesmos, mostra um talento particular em descobrir falsos caminhos, como cegos perdidos sem amigos no meio de uma estepe deserta. Na verdade é necessário recorrer a um amigo espiritual, o verdadeiro guia que conduz ao despertar e a onisciência. Este guia espiritual é denominado comumente como “Guru” palavra que em sânscrito quer dizer Virtuoso. No Japão chama-se Sensei, na China Shifú, na Coréia Kwanjanin. Ainda que as palavras sejam diferentes o significado é o mesmo. O mestre não deve ser um objeto, um mero ídolo, deve ser um mestre qualificado, dedicado ao seu discípulo profundamente, tem que ter um registro provando seu discipulado com um mestre vivo. Tem que continuar a ver este mestre (se tiver vivo) como nós vemos nosso guru e continuar emulando seu exemplo. Quando desenvolvemos uma real relação Mestre/discípulo somos inspirados e desenvolvemos nosso mestre interior. Mestre interior/mestre exterior torna- se um, frequentemente em algum nível sabemos o que devemos fazer, mas não escutamos o que aquela voz interna suave está nos dizendo. Isto significa que a influencia do nosso mestre exterior não está completamente estabelecida.

Referência: O espírito das artes marciais S.P. 2010. Prof. Roque Henrique Severino.


Autor: Ms. Claudio Ribeiro é Terapeuta holístico, Educador físico, filósofo, psicopedagogo, mestre em artes marciais


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1 dez

Na busca do Equilíbrio

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Quando buscamos o equilíbrio, a sensação de nos tornarmos um com a natureza é algo imprescindível, perder o medo de mudar, sentir o frio e o quente é fazer  parte desse  caminho e sintonizar  com o  fluxo da vida do qual fazemos parte. (Unidade).

Assumir o controle da própria vida é não ceder às influências do mundo, aquietar a mente, ir de encontro com a serenidade que existe dentro de nós, dedicar um tempo maior para nós mesmos, praticar atividades que expressem nossa essência, aprender a dizer não a invasão do nosso espaço. (Centrismo).

Muitos compromissos, atividades excessivas podem roubar o prazer de viver. Portanto faz-se necessário que evitemos o supérfluo, que arrumemos nossa casa e consequentemente nossa vida. Reservar um tempo para pensar, relaxar, ler, pintar e identificar pessoas que roubam nosso tempo sem que percebamos.  (Viver na simplicidade).

Um dos grandes segredos é evitar os hábitos cotidianos que sabotam o tempo que temos a disposição, entre estes estão a de estabelecer prioridades e ser capaz de dizer “Não” ou mesmo “Não quero” (Noção de tempo).

Muitas pessoas tem medo de demonstrar o que pensam, vive de acordo com a própria convicção e dessa forma vivem sempre rejeitadas. Para acreditar em si, é preciso enfrentar os seus medos e aprender com eles. (Coragem).

A consciência do próprio valor ajuda a construir o poder pessoal. Tanto no homem quanto na mulher existem duas energias, a energia YIN, feminina, suave e emocional, a Yang, masculina, objetiva e ligada ao corpo físico. Assim unimos força e flexibilidade. (Força).

Pessoas que agem são otimistas, aceitam mudanças e trabalham com perspectivas de sucesso. (Capacidade de Agir).

Na maioria das vezes o desafio está em encontrar o equilíbrio entre uma atitude conciliadora e afirmar sua personalidade. (Harmonia).

Referencia: Livro tao te king – Lao Tse


Autor: Ms. Claudio Ribeiro é Terapeuta holístico, Educador físico, filósofo, psicopedagogo, mestre em artes marciais


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6 nov

Tai chi chuan

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Taichi chuan é uma pratica marcial chinesa, foi criado com o propósito de combate, mas com o aparecimento das armas de fogo, o TaiChiChuan passou então a se relacionar mais com o desenvolvimento da saúde.

A pratica do Tai chi tem se desenvolvido muito na área da saúde, pois comprovadamente sua prática constante tem dado resultado no tratamento da hipertensão arterial, da insônia, gastrite e outros males.

Ao praticar Taichichuan, diminuímos o nível de hormônio em situações de conflito, de situações tensas, a adrenalina e o cortisol quando produzido em excesso são capazes de enfraquecer as defesas de osso organismo, com a pratica do taichi ou mesmo da meditação há um aumento na produção de endorfina, que como já sabemos é o nosso tranquilizador natural.

Nossas atitudes mentais tem enorme influência em adoecer nosso corpo, e também um papel importante no nosso bem estar. Nós seres humanos podemos aumentar consideravelmente nosso sistema imunológico, aumentando nosso nível de saúde por uma ideia positiva e auto relaxamento, aliviando a dor e outros males. Através da pratica constante conquistamos desenvolvimento integral do corpo, mente e espírito, uma consciência mais expandida de forma natural, compreensão da própria vida e de todo universo. A pratica do Tai Chi assim como a meditação, melhora a memória e a habilidade intelectual.

Posso citar aqui, que ao fazer parte das sessões de taichi regularmente, o praticante obterá em pouco tempo, maior tolerância, força de vontade e auto controle, adquirindo com a pratica uma mente saudável, equilibrada e de personalidade integra.

Ao praticarmos o Taichi, buscamos equilíbrio em todo aspecto de nosso ser, diminuímos conflitos e perturbações mentais o que é imprescindível nos dias de hoje.

Alguns minutos praticando a forma do taichi já é suficiente para descarregar energia negativa e absorver energia positiva, tente, medite sobre, faça experiência


Autor: Ms. Claudio Ribeiro é Terapeuta holístico, Educador físico, filósofo, psicopedagogo, mestre em artes marciais


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