1 abr

O Amor que Adoece e o amor que Cura

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A Constelação Familiar Sistêmica, abordagem terapêutica breve, criada pelo alemão Bert Hellinger revela um amor e uma lealdade ocultos no seio das famílias. Este amor e esta lealdade podem gerar os mais variados tipos de sofrimento para algum membro da família   que é o porta-voz de alguém que foi excluído na família.

A pessoa está inconscientemente vinculada com o excluído, às vezes tendo o mesmo tipo de comportamento, “fulano é igualzinho ao tio sicrano”. Comportamento que tanto pode ser negativo ou positivo, como por exemplo uma compulsão para ajudar.

Uma dificuldade de relacionamento entre pais e filhos pode estar ligada à rejeição desses pais aos seus próprios pais. A pessoa que sofreu com seus pais  pretende ser diferente, melhor com seus filhos, mas acaba repetindo os mesmos comportamentos.

Um relacionamento difícil de disputa entre mãe e filha pode acontecer quando houve um relacionamento anterior do pai terminado de forma desrespeitosa e esta filha está inconscientemente representando-a.  O mesmo pode acontecer no relacionamento entre um pai e um filho.  Um relacionamento anterior da mãe que foi desprezado; o desprezo, a raiva mantém o vínculo. O respeito libera a ambos.

Num relacionamento de casal, um dos parceiros parece não estar disponível, está ausente, parece indiferente, deprimido. Sua energia pode estar ligada a um luto não elaborado na sua família de origem.

Pais que adotam crianças precisam ter um profundo respeito aos pais biológicos e não terem a pretensão de serem melhores do que eles. Caso contrário a criança ficará presa a lealdade aos seus pais biológicos e não conseguirá se abrir para receber o amor dos pais adotivos.

Durante a realização de uma Constelação este emaranhamento é revelado, a pessoa excluída é reconhecida e respeitada e o amor poderá ser expresso de forma que cura e liberta.


Autora: Vera Cyrineu é Pedagoga, com especialização em Psicopedagogia, Constelações Familiares Sistêmicas, Terapia Corporal, Transdisciplinaridade em Saúde, Educação e Liderança, Reiki.


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1 mar

O Resgate do Amor

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Constelação Familiar Sistêmica é uma terapia breve que pode ser realizada numa sessão individual com auxílio de bonecos ou em um grupo de pessoas. Trata-se dos efeitos da complexidade dos relacionamentos humanos. Revela que conflitos familiares não resolvidos podem influenciar várias gerações de uma mesma família.

Numa vivência de Constelação Familiar é revelado onde o amor estava bloqueado gerando mal estar na família. Alguns exemplos:

• Luto não elaborado;

• Pessoa preterida, um antigo namorado ou namorada dos pais ou dos avós que ainda está ressentida;

• Morte, consequência de um acidente de trânsito ou de uma briga;

• Perda dos pais ainda em criança;

• Afastamento dos pais nos primeiros anos de vida de uma criança. Quando isso acontece, essa pessoa pode sem saber por que, sem entender, se aproximar e se afastar de seu companheiro, de seu filho ou dos amigos.

Na Constelação em grupo, os presentes sentam-se em círculo deixando o centro da roda livre. A pessoa que vai constelar expõe seu tema. (Por exemplo, a dificuldade de relacionamento com alguém.)

O constelador lhe pede para escolher entre os presentes uma pessoa para representá-la e outra pessoa para representar seus pais e/ou a pessoa com quem ela está com dificuldade.

Os representantes entram no “campo”, o centro da roda. São posicionadas pelo constelado no lugar onde ele sente intuitivamente ser o melhor. O constelado volta ao seu lugar na roda e todos presenciam a constelação.

Os representantes captam as sensações e sentimentos de quem representam e por meio deles revelam onde está o bloqueio daquela família que impede que o amor flua livremente. O constelador, em sintonia com o seu cliente, ciente das Ordens do Amor, descobertas por Bert Hellinger, faz então as intervenções necessárias para que a harmonia volte àquela família.


Autora: Vera Cyrineu é Pedagoga, com especialização em Psicopedagogia, Constelações Familiares Sistêmicas, Terapia Corporal, Transdisciplinaridade em Saúde, Educação e Liderança, Reiki.


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2 fev

A terapia das relações familiares

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A Constelação Familiar Sistêmica é uma abordagem terapêutica desenvolvida pelo alemão Bert Hellinger que descobriu que relações familiares conflituosas podem gerar problemas de saúde, de comportamento entre outros, em várias gerações de uma família.

A Constelação é uma abordagem que olha para todo sistema familiar até encontrar a origem do mal estar. Pode ser realizada individualmente, com auxílio de bonecos, ou em grupo.

Para que uma Constelação Familiar aconteça em um grupo é necessária a presença do constelador, do constelado, de um grupo de participantes e dos representantes:

Constelador: pessoa habilitada em Constelação Familiar, o facilitador do processo que trabalha  o tema solicitado pelo constelado, a partir das informações dos representantes e das leis sistêmicas visando à harmonização daquele sistema familiar. Uma constelação pode ter um efeito concreto imediato, dar início a um movimento em direção à solução ou ampliar a percepção sobre a questão tratada.

Constelado: o cliente que tem um tema, um problema a ser resolvido, seja ele de ordem física, emocional, comportamental ou financeira.  Apenas um tema é trabalhado durante uma constelação.

Grupo de participantes: são as pessoas presentes na Constelação e não precisam conhecer o constelado ou sua história. Para elas é uma experiência tocante, profunda e enriquecedora.

Representantes: são as pessoas que representam o cliente, as pessoas de sua família, sua dor, seu país ou uma situação específica. São convidados, podendo aceitar ou não, entre os participantes e expressam as relações familiares através de sua postura, movimentos e sentimentos aflorados no momento em que ele entra no “campo” da Constelação. O que se mostra nos representantes são as relações, processos e efeitos psíquicos e não as próprias pessoas.


Autora: Vera Cyrineu é Pedagoga, com especialização em Psicopedagogia, Constelações Familiares Sistêmicas, Terapia Corporal, Transdisciplinaridade em Saúde, Educação e Liderança, Reiki.


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2 jan

Para que o amor volte a fluir

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Terapia breve, a Constelação Familiar Sistêmica é uma abordagem terapêutica que permite que o Amor que estava bloqueado possa fluir. Se na grande família – pais, filhos, avós, bisavós, trisavós, tios, antigos companheiros – alguém foi excluído por algum motivo ou também se houve algum luto não elaborado em uma das gerações, o Amor fica bloqueado e acontece o fenômeno da história se repetir em várias gerações.

Ex.: a avó separou-se do marido aos 40 anos. A filha e a neta também se separam. O avô foi à falência. O pai e o neto também. Problemas de comportamento, questões de saúde física ou mental, questões profissionais ou financeiras, podem ter origem sistêmica, ou seja, a pessoa em questão, por lealdade e amor, inconscientemente repete a história de pessoas de outras gerações. É comum ouvirmos expressões como: “Tal pai, tal filho”, “É o avô esculpido”, “Tem a cabeça dura igual o tio fulano”.

Na Constelação reúne-se um grupo de pessoas, que podem ser desconhecidas entre si, e a pessoa que deseja ser constelada. Esta apresenta ao constelador o seu tema, a sua queixa, aquilo que a incomoda, em poucas palavras. Não é necessário se aprofundar na questão. De acordo com a questão do cliente, o terapeuta poderá pedir que escolha e posicione pessoas para representar alguns membros familiares. O Campo daquela família se apresenta e os representantes captam os movimentos, sentimentos e sensações dos representados. Através destas informações o terapeuta percebe qual a intervenção necessária para que se chegue a uma solução satisfatória para aquela família.

Apenas uma pessoa da família é constelada e o benefício se estende a todo sistema familiar.  Os representantes e as demais pessoas presentes durante uma constelação, muitas vezes pegam “carona” na história daquele que constelou e também são beneficiados.


Autora: Vera Cyrineu é Pedagoga, com especialização em Psicopedagogia, Constelações Familiares Sistêmicas, Terapia Corporal, Transdisciplinaridade em Saúde, Educação e Liderança, Reiki.


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1 dez

Livro é sempre um bom presente?

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Muitas vezes ficamos atentos ao que as crianças e adolescentes assistem na televisão e na internet, mas temos a sensação de que a literatura é sempre boa, pois o texto escrito tem uma aura de “sagrado”.

Existem muitos livros, coleções, interessantíssimos, para a faixa etária dos pré-adolescentes. Gosto especialmente da obra “Conversando com os meus botões” de Clara F. de Miranda, Ed. Crescer – é um diário com sugestão de temas para os jovens escreverem.

Uma coleção que recomendo é de Dawn Huebner, Ed. Artmed: “O que fazer quando você reclama demais”, “O que fazer quando você se preocupa demais”, “O que fazer quando você se irrita demais” e “Os maus hábitos tomam conta de você”. É uma obra interativa, que oferece motivação e coragem para as crianças buscarem a mudança necessária e serem mais felizes.

Outra coleção muito interessante é a Série Heróis da Verdade da Ed. Omnisciência – procura trazer a história de vida dos grandes mestres espirituais de todos os tempos e suas lições de vida para o universo infanto-juvenil, tais como “Gandhi, o Herói da Paz” e “Francisco, o Herói da Simplicidade”. Da mesma editora, na coleção Vencendo Desafios temos, por exemplo, “Papai e Mamãe viraram amigos” cujo tema é a separação dos pais.

Por outro lado, há coleções como “Diário de um Banana” de Jeff Kinney, Ed. V&R e “Querido Diário Otário” de Jim Benton, Ed. Fundamento e outros títulos do mesmo gênero são obras que eu analisaria bem antes de presentear alguém. Escritos numa linguagem aparentemente inofensiva e desenhos engraçadinhos, numa análise rápida não percebemos que estão repletos de antivalores como “usar amigos como escada”, “ser famoso a qualquer custo”, “sacanear os colegas”, “depreciar familiares e professores”.

Um livro tanto pode contribuir positivamente como negativamente para a formação dos adolescentes e jovens. É bom ficarmos atentos!


Autora: Vera Cyrineu é Pedagoga, com especialização em Psicopedagogia, Constelações Familiares Sistêmicas, Terapia Corporal, Transdisciplinaridade em Saúde, Educação e Liderança, Reiki.


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