1 dez

Livro é sempre um bom presente?

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Muitas vezes ficamos atentos ao que as crianças e adolescentes assistem na televisão e na internet, mas temos a sensação de que a literatura é sempre boa, pois o texto escrito tem uma aura de “sagrado”.

Existem muitos livros, coleções, interessantíssimos, para a faixa etária dos pré-adolescentes. Gosto especialmente da obra “Conversando com os meus botões” de Clara F. de Miranda, Ed. Crescer – é um diário com sugestão de temas para os jovens escreverem.

Uma coleção que recomendo é de Dawn Huebner, Ed. Artmed: “O que fazer quando você reclama demais”, “O que fazer quando você se preocupa demais”, “O que fazer quando você se irrita demais” e “Os maus hábitos tomam conta de você”. É uma obra interativa, que oferece motivação e coragem para as crianças buscarem a mudança necessária e serem mais felizes.

Outra coleção muito interessante é a Série Heróis da Verdade da Ed. Omnisciência – procura trazer a história de vida dos grandes mestres espirituais de todos os tempos e suas lições de vida para o universo infanto-juvenil, tais como “Gandhi, o Herói da Paz” e “Francisco, o Herói da Simplicidade”. Da mesma editora, na coleção Vencendo Desafios temos, por exemplo, “Papai e Mamãe viraram amigos” cujo tema é a separação dos pais.

Por outro lado, há coleções como “Diário de um Banana” de Jeff Kinney, Ed. V&R e “Querido Diário Otário” de Jim Benton, Ed. Fundamento e outros títulos do mesmo gênero são obras que eu analisaria bem antes de presentear alguém. Escritos numa linguagem aparentemente inofensiva e desenhos engraçadinhos, numa análise rápida não percebemos que estão repletos de antivalores como “usar amigos como escada”, “ser famoso a qualquer custo”, “sacanear os colegas”, “depreciar familiares e professores”.

Um livro tanto pode contribuir positivamente como negativamente para a formação dos adolescentes e jovens. É bom ficarmos atentos!


Autora: Vera Cyrineu é Pedagoga, com especialização em Psicopedagogia, Constelações Familiares Sistêmicas, Terapia Corporal, Transdisciplinaridade em Saúde, Educação e Liderança, Reiki.


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1 nov

Déficit de Atenção

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Nossa cultura atualmente nos pede uma atenção constante e flutuante entre muitas demandas. Por estarem sempre conectados com o externo, muitas pessoas se queixam da dificuldade de focar e se aprofundar.

Especialmente crianças e adolescentes têm, com frequência, recebido diagnóstico de déficit de atenção, de serem dispersivos, de se distraírem com qualquer coisa, de não fixarem a atenção, principalmente durante as aulas. Quando questionados, sobretudo as crianças, não sabem o que dizer. Tentam prestar atenção nas aulas, se esforçam mas não sabem porque não conseguem.

Alguns pais, após tentativas de aconselhamento, prêmios e castigos, recorrem a tratamento medicamentoso para aliviar o sintoma da desatenção, apesar de seus efeitos colaterais. Outros preferem outras abordagens e chegam até nós, Psicopedagogos e Profissionais de Constelação Familiar Sistêmica.

Olhar além do sintoma

Em Psicopedagogia olhamos não apenas para o sintoma, mas para a pessoa em questão, dentro de sua família e de sua comunidade. Com a Constelação Familiar Sistêmica, este olhar é ampliado para as gerações passadas que pode revelar onde aquele sintoma faz sentido e chega-se, então, à raiz do problema.

Em alguns casos, constatamos um padrão familiar que se repete, outras vezes vemos filhos e pais numa inversão de papéis.

Numa consulta típica com os pais, por exemplo, utilizamos uma dinâmica com materiais concretos para explorar a existência de inversão de papéis ou de pessoas excluídas da família que podem ser a raiz do mal estar acessado pelo filho em questão, gerando dificuldades de aprendizado.

Descoberta a causa, abre-se o caminho para a solução se apresentar e todos poderem voltar para seu devido lugar não havendo mais necessidade do sintoma. Muitas vezes é o suficiente para a pessoa recuperar sua atenção e melhorar na escola.


Autora: Vera Cyrineu é Pedagoga, com especialização em Psicopedagogia, Constelações Familiares Sistêmicas, Terapia Corporal, Transdisciplinaridade em Saúde, Educação e Liderança, Reiki.


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1 nov

Reflexão sobre o Holismo

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Holismo é uma ideia originada do grego “holos”, que significa ‘todo, integral, completo’.

Heráclito de Éfeso, filósofo do século VI a.C. já dizia: “A parte é diferente do todo, mas também é o mesmo que o todo. A essência é o todo e a parte”.

Nessa visão percebemos a realidade numa relação mútua, dialética entre fenômeno e essência, particular e universal, matéria e consciência.

A visão holística se contrapõe a visão dualista, fragmentadora e mecanicista, que ao longo desses séculos de civilização tecnológica e de racionalismo desacerbado, despojou o ser humano da sua unidade. Trata-se de uma atitude diante da realidade, uma forma de compreender o mundo como um espaço de intercambio dinâmico entre Ciência, Arte, Filosofia e as diversas tradições Espirituais.

Terapia Holística
A Terapia Holística tem como objetivo tratar o ser completo, ou seja, Corpo Mente e Espírito. Se ignorarmos qualquer uma dessas áreas ficaremos incompletos, não seremos um todo.

Ao corpo, devemos observar a melhor maneira de nos alimentar, saber os efeitos que determinados alimentos podem nos causar, fazendo assim as melhores escolhas para nosso corpo, como ervas e vitaminas, homeopatias e remédios naturais.

Os exercícios físicos nos fortalece os músculos, melhora nossa capacidade cardiovascular e mantem nosso corpo jovem. Entre tantas opções temos Dança, Chi Kung, Taichi, Artes Marciais, Yoga e outras atividades como massagens, acupuntura, bioenergética etc.

Para a Mente, podemos explorar várias técnicas psicológicas como, Gestalt, Hipnose, Psicodrama, Regressão etc. É muito importante também a Meditação, que é uma forma de acalmar a mente e permite que seu próprio conhecimento venha à tona.

Para o campo Espiritual, podemos optar pela prece, meditação, participar de grupos religiosos, escolher dentre tantos caminhos o que melhor adaptar a sua busca, ou ainda começar a praticar o perdão e dar amor incondicional.


Autor: Ms. Claudio Ribeiro é Terapeuta holístico, Educador físico, filósofo, psicopedagogo, mestre em artes marciais


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2 abr

A BUSCA PELA PAZ INTERIOR

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YÔGA. Uma palavra pequena que em sânscrito significa unir. É o equilíbrio entre o corpo e a mente. Assim acreditam os yogis, praticantes dessa arte milenar que juntam uma série de exercícios físicos, respiração e meditação.

Os ásanas são as posições que desenvolvem uma musculatura flexível, ossos e tendões resistentes, além de massagear órgãos e trazer o equilíbrio das funções de diversas glândulas internas. De acordo com os praticantes, quando você consegue gerenciar o controle corporal, você se libera da chamada ‘dualidade dos opostos’, como o calor e o frio, a fome e a gula, alegria e a tristeza, assim por diante.

Junto com os movimentos físicos, os yogis também fazem uma ginástica de respiração conhecida como pranayama, o controle da energia vital.

Existem diversos ramos do Yôga. Hatha, Tantra, Karma, Purna e Swásthya são alguns deles.
Swásthya Yoga

Este é o nome da sistematização do Yôga Antigo, Pré-Clássico, considerado o Yôga mais completo do mundo.

As características principais do Swásthya Yôga são:

1. sua prática extremamente completa, integrada por oito modalidades de técnicas;
2. a codificação das regras gerais;
3. resgate do conceito arcaico de sequências encadeadas sem repetição;
4. direcionamento a pessoas especiais, que nasceram para o Swásthya Yôga;
5. valorização do sentimento gregário;
6. seriedade superlativa;
7. alegria sincera;
8. lealdade inquebrantável.

O método, estudado a fundo pelo Mestre De Rose, pode ser praticado em Itapetininga.

Em Itapetininga

O NADI, Núcleo de Apoio ao Desenvolvimento Integral, é o lugar perfeito para quem deseja se conhecer melhor. Oferece as condições para que as pessoas cresçam e se desenvolvam de uma maneira integral (física, emocional, mental, social, espiritual e energética).

O centro foi fundado pelo psicólogo Venício Loenert Neto, que começou a praticar Swásthya Yoga em 1997, em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul.

Em 2001 ele abriu a primeira escola de yôga, em São Carlos – São Paulo.
Após se mudar para Itapetininga, cidade da família dele, Venício seguiu uma intuição. “Eu senti que deveria plantar sementes. Difundir uma técnica que me faz tão bem”. E foi assim qe surgiu o NADI (o nome NADI é também uma palavra em sânscrito que denomina canal de energia).
O NADI, no Centro de Itapetininga, tem uma sala especial de yôga para os alunos, além de aulas de pilates, terapia floral, massoterapia e de psicoterapia.
“O yôga e a psicologia têm muito em comum. Desenvolvem comportamento, esclarecem a mente, purificam emoções, ajudam a ter a sensação de realização e paz.”

Gostou? Então siga a sua intuição e continue em direção à paz interior.

Endereço: Rua Venâncio Ayres, 415. Centro.

Telefone: (15) 3272-8090
www.nadi.com.br

Publicado Originalmente: Vai Leve

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